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01/11/17
Sem médicos: rede pública de saúde improvisa, faz cessões e oferece até extras para atrair médicos pelo país
O problema é mais grave nas regiões Norte e Nordeste e nas periferias das metrópoles
Da redação

A falta de médicos no serviço público do Brasil é um problema que está longe de ser resolvido, segundo dados do Conselho Federal de Medicina (CFM). Mesmo com as novas vagas em faculdades, a vinda de estrangeiros e a contratação de profissionais brasileiros pelo programa Mais Médicos, a situação crítica ainda assombra o sistema de saúde do país. 

As vagas não estão sendo preenchidas nem com concursos. Para completarem seus quadros, prefeituras e Estados fazem cessões de horários e até contratam médicos para mais de um cargo. O problema mais grave é nas regiões Norte e Nordeste, com 800 e 600 pacientes para um médico, respectivamente. As regiões periféricas das metrópoles também apresentam situação delicada com a falta de profissionais da saúde.

Ainda segundo o CFM, existem hoje no Brasil 443 mil com registros ativos de médicos. Cruzando com dados demográficos do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), percebe-se que o país tem hoje um médico para 468 habitantes. Mas os números têm desigualdades regionais gritantes. No Distrito Federal, há um médico para cada 254 habitantes, média muito maior que a nacional. Já na outra ponta, no Maranhão, o número é de um profissional para cada 1.374 moradores.
 



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